A edição de verão do tradicional Festival de Atividade Física Adaptada (FAFA) de Diadema acontece neste sábado, 7/3, das 9h às 12h, nas piscinas do Clube Municipal Mané Garrincha – rua dos Cariris, 195, no bairro Piraporinha.
Voltado às pessoas com deficiência e suas famílias, a ideia do Festival é promover inclusão por meio de atividades físicas e lúdicas adaptadas para esse público. Esta edição, inclusive, terá o maior número de inscritos já registrado, 155 pessoas, a quem se somam os familiares.
Algumas das atividades previstas, todas com o acompanhamento dos técnicos e professores da Secretaria de Esporte e Lazer, são polo aquático, biribol, basquete aquático, caça ao tesouro (com brinquedos que afundam para os participantes que conseguirem mergulhar e com brinquedos flutuantes para aqueles que ainda não conseguem), prancha de Stand UP Paddle, caiaque, pescaria e tomba lata com o lança-água.
A ideia é proporcionar muita diversão a todos, pessoas com deficiência e familiares.
Será fornecido um kit lanche para os participantes com deficiência e seu acompanhante. Além disso, a Prefeitura fará o transporte de parte do público do CAIS – Centro de Atenção à Inclusão Social – até o Clube Municipal Mané Garrincha.
O FAFA é realizado pela Secretaria de Esportes e Lazer, de Educação e Projeto Acqua Vida.
Diadema inicia projeto de leitura para bebês
Diadema vai participar, junto com outros 17 municípios, do projeto “Me conta uma história? – Leitura para bebês e crianças bem pequenas”. Graças a uma parceria gratuita com a Urban95, três profissionais da Secretaria de Educação participarão de uma trilha em conjunto, em que terão acesso a cinco encontros virtuais com duração de 1h30 cada, apoio para elaboração de um plano de ação e acervo de livros físicos. A ideia é que as educadoras participantes repliquem os conhecimentos para todas as coordenadoras pedagógicas da rede e que e essas organizem formações para os profissionais que atuam nas creches, diretamente com as crianças. “A leitura para bebês já é uma prática na nossa rede, mas a intenção é redimensioná-la e ampliá-la por meio das bebetecas, espaços organizados para esse propósito. Este ano estamos atendendo a uma quantidade maior de berçários na rede e a proposta vai ao encontro da nova realidade das creches municipais”, explica Monica Limeira dos Santos, responsável pela Divisão de Educação Infantil da Secretaria de Educação.
Durante os encontros, o município será convidado a construir, de forma colaborativa, um plano de ação para implementar a leitura para bebês em escolas, utilizando a contação de histórias como ferramenta de desenvolvimento na primeira infância. A formação dos professores é indispensável para que eles possam compreender que essa leitura não é apenas uma atividade lúdica, mas um recurso pedagógico que contribui para o desenvolvimento cognitivo, linguístico e socioemocional desde os primeiros meses de vida, promovendo o desenvolvimento integral conforme preconizado pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC). O foco não é apenas na história que é contada, mas também no modo como as narrativas podem estimular a curiosidade e a imaginação dos pequenos, adaptando entonações, gestos e expressões faciais e transformando o momento da leitura em uma experiência sensorial e afetiva que envolve os bebês e fortalece vínculos emocionais.
“Iniciamos uma parceria com a Urban95 no ano passado e já recebemos formações sobre a implementação do Plano Municipal para a Primeira Infância (PMPI), tutorias sobre pátios naturalizados e este ano o município foi selecionado para participar dessa formação de leitura para bebês, o que agrega ainda mais à qualidade da Educação Infantil do município”, afirma Felipe Sigollo, secretário de Educação, acrescentando que a intenção é buscar implementar bebetecas nas unidades escolares. Ainda não existem espaços como esse na cidade, mas a ideia é montar a primeira unidade na EMEB Terezinha Ferreira dos Santos e ampliar para as demais gradativamente.
A Urban95
Iniciativa global da Fundação Van Leer, a Urban95 ajuda a elaborar diagnósticos e levantar dados para embasar a construção de políticas públicas alinhadas com as necessidades da primeira infância, oferecendo apoio técnico em temas como urbanismo e mobilidade, entre outros. A entidade está presente no Brasil, Holanda, Índia, Israel e Jordânia, e 28 municípios brasileiros fazem parte da rede, em todas as regiões.