O mutirão gratuito de castração de cães e gatos realizado na última quinta-feira (9) em Ribeirão Pires atendeu 200 animais, com uma importante ação de saúde pública e bem-estar animal. Ao todo, 260 tutores haviam se inscrito previamente, mas parte deles não compareceu no dia do atendimento, resultando em vagas ociosas.
“A falta de comparecimento impacta diretamente o alcance da iniciativa, já que impede que outras pessoas, que também aguardam pelo serviço, sejam atendidas. A recomendação é que, em casos de impossibilidade, os tutores informem previamente para que as vagas possam ser remanejadas”, explicou o subsecretário de Fauna, Marcus Leap.
Promovida pelo Governo do Estado de São Paulo, com apoio da Prefeitura, a ação teve como objetivo ampliar o acesso à castração, contribuindo para a redução do abandono de animais, minimizar riscos de doenças e melhorar a qualidade de vida dos pets. Além disso, auxilia para a saúde pública ao controlar a reprodução desordenada.
Para além da ação pontual, Ribeirão Pires mantém uma campanha permanente de castração. Os interessados podem realizar cadastro por meio do aplicativo “Ribeirão Pires Digital”, que organiza o atendimento ao longo do ano e permite que mais tutores tenham acesso ao serviço de forma contínua.
Farofa das Palavras transforma aprendizado em brincadeira na rede municipal de Ribeirão Pires
Na última quinta-feira, 9 de abril, a Escola Municipal Tia Mariinha, localizada na Vila Suíssa, promoveu uma atividade pedagógica que uniu brincadeira, movimento e aprendizagem no processo de alfabetização das crianças de 5 anos. Batizada de “Farofa das Palavras”, a proposta levou os alunos a explorarem sons, imagens e escrita de maneira criativa e interativa.
Durante a atividade, os estudantes utilizaram colheres para “garimpar” figuras escondidas em bacias com areia. O desafio era identificar e selecionar imagens cujos nomes começam com uma letra específica, estimulando a percepção do som inicial das palavras. Em seguida, as crianças foram convidadas a registrar suas descobertas com escrita espontânea utilizando giz no chão.
A iniciativa tem como objetivo principal fortalecer a consciência fonológica — habilidade essencial no processo inicial de alfabetização — ao associar som, imagem e registro gráfico de forma lúdica e sensorial. Além disso, a atividade contribui para a ampliação do vocabulário, desenvolvimento da coordenação motora e estímulo à atenção e concentração.
Outro diferencial da proposta está na exploração sensorial, com o uso da areia como elemento pedagógico, tornando o aprendizado mais significativo e envolvente. Ao integrar diferentes estímulos, a prática favorece a construção do conhecimento de maneira natural e prazerosa.