OAB Santo André posiciona em relação ao Plano SP

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Fachada da subseção de Santo André onde ocorreu o ato de assinatura de convênio para transporte dos advogados e advogados da região .Data: 11/09/2015 Local: Santo André/SP Foto: José Luis da Conceição/OABSP

A 38ª Subseção da OAB Santo André, assim como demais entidades de classe da região Grande ABC, recebeu com surpresa e insatisfação a notícia da flexibilização heterogênea da quarentena por parte do Governo do Estado de São Paulo.

A região das setes cidades, que comporta hoje seis Subseções da Ordem dos Advogados do Brasil, tratou com responsabilidade o isolamento social visando a preservação do maior número de vidas possíveis e vem alcançando resultados que servem de referência.

Não obstante, já tem lidado drasticamente com as consequências socioeconômicas do isolamento social e agora, com o comércio aberto na capital, mas não nos municípios, perderá mais uma vez comprometendo inclusive uma retomada gradual, já que muitos de nossa região trabalham em São Paulo.

O critério para a escolha da não flexibilização na região mostra-se falho quando a taxa de ocupação das UTIs nas sete cidades tem uma média de 70%, enquanto na cidade de São Paulo esse mesmo índice é de 85%. O que mostra o erro científico nos critérios do Estado.

A OAB Santo André, em encontro ao posicionamento das prefeituras da região, principalmente do município de Santo André, requer uma revisão na análise para que de acordo com a ciência médica e melhores práticas de Políticas Públicas a situação do Grande ABC na pandemia da Covid-19 seja integrada à visão da análise que foi dada à capital paulista.

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