São Paulo adere ao programa Escola Cívico-Militares, do MEC

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O estado de São Paulo decidiu aderir ao Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares do MEC (Ministério da Educação).

De acordo com o governador João Doria, a decisão ocorreu após esclarecimentos prestados pelo ministério ao secretário de Educação do estado.

“Nós pedimos uma análise mais profunda do secretário de Educação, Rossieli Soares, que foi ministro da Educação, e de forma muito conscienciosa. Hoje de manhã, o secretário me disse que é possível a aprovação. Portanto São Paulo vai aderir”, disse Doria aos jornalistas  durante passagem por Brasília.

O MEC vai liberar R$ 54 milhões para o programa em 2020, sendo R$ 1 milhão por escola.

O dinheiro será investido no pagamento de pessoal em algumas instituições e na melhoria de infraestrutura, compra de material escolar e reformas, entre outras intervenções.

As escolas em que haverá pagamento de pessoal são as que fizerem parceria com o MEC e o Ministério da Defesa, que contratará militares da reserva das Forças Armadas para trabalhar nos estabelecimentos.

A duração mínima do serviço é de dois anos, prorrogáveis por até dez, podendo ser cancelado a qualquer tempo.

Os profissionais vão receber 30% da remuneração que recebiam antes de se aposentar.

Os estados poderão ainda destinar policiais e bombeiros militares para apoiar a administração das escolas.

Nesse caso, o MEC repassará a verba ao governo, que, em contrapartida, investirá na infraestrutura das unidades, com materiais escolares e pequenas reformas.

Os militares irão atuar como monitores, acompanhando os alunos e fazendo contato com as famílias.

 

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Fonte: Agência Brasil

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