Retomada das atividades em SP não poderá superlotar os transportes

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A STM – Secretaria dos Transportes Metropolitanos diz acreditar não haver grandes impactos na demanda dos ônibus da EMTU, trens da CPTM e Metrô com a retomada gradual das atividades na capital paulista, que está na fase 2-Laranja da quarentena no Estado de São Paulo.

Como mostrou o Diário do Transporte, na tarde desta quinta-feira, 04 de junho de 2020, o prefeito Bruno Covas anunciou que a partir desta sexta-feira, 05, já estarão autorizados a funcionar com restrições de horários, medidas de higiene e distanciamento, os escritórios e os estabelecimentos de vendas de carros.

Cada local vai definir o período do dia que vai funcionar, respeitando o limite de quatro horas para ficar aberto, não podendo ser no horário de pico. Assim, os estabelecimentos não poderão abrir depois das 7h ou antes das 10h e não podem fechar depois das 17h ou antes das 20h, para não sobrecarregar os ônibus, trens e metrô.

É justamente este escalonamento de horários a aposta da STM para que não haja superlotação nos transportes metropolitanos, como diz a pasta em nota ao Diário do Transporte:

A Secretaria dos Transportes Metropolitanos (STM) está com “Operação Monitorada” desde o início da quarentena. A oferta de trens nos horários de pico chega a 100% em linhas que haja necessidade, mesmo com queda média de 70% do número de pessoas no Metrô, na CPTM e na EMTU. A retomada de atividades econômicas de forma gradativa anunciada pelo prefeito prevê a entrada e saída dos trabalhares exclusivamente fora do horário do pico – possibilitando que a STM garanta o transporte, evitando aglomerações aos esses cidadãos.

Quanto ao transporte municipal na capital paulista, atendido pelos ônibus das empresas privadas gerenciados pela SPTrans – São Paulo Transporte, Bruno Covas reiterou que serão colocados mais dois mil coletivos em bolsões. Atualmente são 8,3 mil ônibus em circulação.

A frota habitual da cidade é de quase 14 mil coletivos.

Nesta semana, a portais de mobilidade, entre os quais o Diário do Transporte, o secretário municipal de mobilidade e transportes, Edson Caram, disse que podem ser colocados à disposição uma frota superior aos dois mil ônibus extras que foram pensados para a reabertura.

Caram ainda disse que para o relaxamento e até mesmo para o pós-pandemia, devem ser feitos ajustes nos contratos com as empresas de ônibus, como a exigência de limpeza mais frequentes e rigorosas nos coletivos.

O jornalista Adamo Bazani, colaborador da Rádio ABC, falou sobre o assunto no programa Bom Dia ABC desta sexta (05/06/20) com o comunicador Ricardo Leite:

 

 

 

Texto e foto: Diário do Transporte

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