IPTU de Santo André tem novas alíquotas e reajuste progressivo

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Todo final de ano o assunto IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) é motivo de polêmica.

Por isso os secretários de Gestão Financeira e de Planejamento e Assuntos Estratégicos de Santo André, José Carlos Grecco e Leandro Petrin, respectivamente, resolveram nesta quinta (23/11/17) esclarecer todos os pontos que levaram a gestão Paulo Serra a aplicar o aumento do imposto.

A justificativa é que  estavam pautados em uma legislação ultrapassada, com a desatualização da Planta Genérica de Valores (a última foi em 2002) até as grades de alíquotas do Município, que não é revisada desde 2003, e que passarão a ser de 0,15% a 0,25%.

Dessa forma, para que o reajuste não recaísse totalmente em cima do contribuinte, o governo optou por um ajuste progressivo até 2021, no primeiro ano do próximo gestor, segundo Leandro Petrin:

Haverá um limitador para os reajustes: de até 50% para as residências; 60% para o comércio, garagens e apartamentos; 70% para as indústrias; e 80% para os terrenos.

Aposentados e bons pagadores, que não possuem débitos até 31 de outubro, terão benefícios, como ressalta José Carlos Grecco:

Santo André possui 220 mil imóveis e prevê arrecadar R$ 581  milhões, um aumento de 118% em relação a este ano, que dos R$ 308 milhões deverão entrar nos cofres públicos em torno de R$ 258 milhões.

Pelo histórico 20% são inadimplentes.

Os carnês serão lançados em janeiro.

Já os vencimentos estão marcados para 20 de janeiro para as indústrias; 10 de fevereiro, os demais; e 15 de fevereiro, para os aposentados.

Foto: Ricardo Trida/divulgação PSA

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