ABC elege nove deputados estaduais e federais

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A região, com mais de dois milhões de eleitores, conseguiu eleger nove parlamentares, sendo três para a Câmara dos Deputados e seis para a Assembléia Legislativa de São Paulo.

Conseguiram uma cadeira no Congresso Nacional: Alex Manente (PPS) com 127.366 votos; Luiz Carlos Motta (PR) com 75.218; e Vicentinho (PT) com 70.645.

Já para a Assembléia foram escolhidos Teonilio Barba (PT) com 91.394; Carla Morando (PSDB) com 89.636; Luiz Fernando (PT) com 85.271; Thiago Auricchio (PR) com  73.992; Márcio da Farmácia (Podemos) com 44.969; e Coronel Nishikawa (PSL) com 23.094.

Desse total, quatro foram reeleitos (Manente, Vicentinho, Luiz Fernando e Barba) e cinco são novos (Carla, Thiago, Márcio, Luiz Carlos e Nishikawa).

Em relação a partidos, o saldo é este: PT 3; PR 2; Podemos, PSL, PSDB e PPS, um cada.

Na divisão por cidades, cinco são de São Bernardo (Manente, Carla, Luiz Fernando, Nishikawa e e Barba); três de Diadema (Vicentinho, Luiz Carlos e Márcio) e um de São Caetano (Thiago).

Santo André, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra não elegeram nenhum parlamentar.

 

Ex-prefeitos não elegem

Alguns ex-prefeitos da região também lançaram candidaturas, mas não obtiveram êxito nas urnas mesmo mudando de partido.

É o caso do ex-prefeito de Mauá, Donisete Braga, que era do PT e se filiou no Pros.

O petista obteve uma votação pífia com 14.735 votos para deputado federal, sendo que 8.242 votos foram dentro do domicílio.

Outro que obteve uma soma baixa foi o ex-prefeito andreense Aidan Ravin, que lançou candidatura à Assembléia Legislativa pelo Podemos e somou apenas 21.511.

Um outro petista, José di Filippi, que governou Diadema, não se elegeu deputado federal mesmo conquistando 43.382 votos.

Oswaldo Dias, ex-prefeito de Mauá, foi candidato a deputado estadual pelo PT, não teve os votos computados porque o Tribunal Superior Eleitoral indeferiu a candidatura.

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